terça-feira, 24 de março de 2009

Muros



Murros no escuro
Tiros em pontas de faca
Pelos sóbrios sabores soprados
Despejando soturnos ares de mágoa


Queria ouvir a voz não dita aos fortes cubos
Ditar os quadros bem quistos do mundo
Atar os nós da maldita cidade
Escorrendo pelas escadas
Grafar Lápides de menos vidro
Por aços cerrados de tanta vaidade
Enquanto a humanidade sucumbe...
Muros que pedrem horas que confundem

Tumbas de ódio e filhos de lágrimas

2 comentários:

Kamikaze Kiwi disse...

Hahahaha,gracinha, elogiando a mim assim, olha lá hein, eu nem sei falar direito!!! Tb passo sempre por aqui, mas naum gosto de interferir, por causa dos ranços da academia!! Mas sempre adoroo!!

Bjs bjs.

Velharia disse...

O melhor do seus trampo, tem força demais, parabens