O onus e o bonus
tempo de matar com chronos
Cranios de marcar concreto
grades de marcas que matam
Sem Nomes
domingo, 18 de outubro de 2009
***Pausa para um recado...
*** Divagar e sempre... mas após a pausa de não postar quase nunca tentarei ao menos trazer abaixo de tudo que sobre em meio a falta... sem farsa!!!
...um abraço aos poucos porém exemplares escritores de verdade que dão o ar de suas graças e desgraças nesse blog nascente!!!
...um abraço aos poucos porém exemplares escritores de verdade que dão o ar de suas graças e desgraças nesse blog nascente!!!
domingo, 16 de agosto de 2009
Naquele dia
Naquele dia ele saiu pra não morrer
amarrou as calças e saiu na contra mão
nas mãos apenas um pouco de tempo e frio
e fios de cabelos conscientes pelo chão
e fios de cabelos conscientes pelo chão
e fios de cabelos conscientes pelo chão
E quando não sabia mais o que dizer
e quando não sabia mais o que fazer
e quando já não havia mais nenhum porque
saiu pelas correntes que engarrafam multidões
saiu pelas correntes que apressam as multidões
saiu pelas garrafas de vinho quente e alcatrão
Deixou de se sentir mal e percebeu que era em vão
pos as mão na cabeça e esqueceu a escuridão
correu pelos passeios sem passar por todo chão
imaginou a vida sem briga todos irmãos
imagens que fossem limpas não fossem
margens de tanto sinto muito cinto...
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Janela
Janela
Do vento que arrebata o cabelo
Nunca antes tão belo
A si distrair
Por trilhas de um vento em concerto
Sem saber o que é certo
Tocando em fios
E quando se transforma em fúria
Representa a luxúria
Em gotas que caem
Por entre dedos curtos singelos
Que atravessam o nunca
Após relampejar
De certo esperava mais da vida
Mas a volta é sem ida
E convida a pensar
Que antes fosse errado o perto
Do que longe e tão cego
E tão certo
Sem pejo
E tão servo
Do vento que arrebata o cabelo
Nunca antes tão belo
A si distrair
Por trilhas de um vento em concerto
Sem saber o que é certo
Tocando em fios
E quando se transforma em fúria
Representa a luxúria
Em gotas que caem
Por entre dedos curtos singelos
Que atravessam o nunca
Após relampejar
De certo esperava mais da vida
Mas a volta é sem ida
E convida a pensar
Que antes fosse errado o perto
Do que longe e tão cego
E tão certo
Sem pejo
E tão servo
quinta-feira, 4 de junho de 2009
São som
Esse São som só me faz ficar fatigado
Disso tudo que falam...
Ele se desespera demais
E ele se excede demais
Mas... Se de leve recomendado
Ele de repente vê.
Disso tudo que falam...
Ele se desespera demais
E ele se excede demais
Mas... Se de leve recomendado
Ele de repente vê.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Zé
Sóbrio és
Sóbrio és?
Sobre essa dureza, sempre sóbrio és
Sobre essa dureza
Sobre a dureza do Zé vai gerar só frieza
Sobre o Zé
Sobre essa frieza
Sobre o que quis dizer
O que és...
Zé! (...)
O que tu quer
Só dizer
Se for preciso cantar, só prazer.
Sóbrio és?
Sobre essa dureza, sempre sóbrio és
Sobre essa dureza
Sobre a dureza do Zé vai gerar só frieza
Sobre o Zé
Sobre essa frieza
Sobre o que quis dizer
O que és...
Zé! (...)
O que tu quer
Só dizer
Se for preciso cantar, só prazer.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Cor pó
Esculpido entre pedras
Estradas cortam enfadonhos campos
Barrancos sombras e escadas
Escorrem pelas comédias
Carros sombras e postes
Escondidos entre cofres
Bancos chaves e bolsas
Escapam pelas tragédias
Por todos os buracos do crânio
Por sobre pontes na mesa dos sonhos
Destampando rolhas das garrafas
Desenrolando as fronhas da cama
Bebendo vinho e cicuta sobre as tumbas
Embriagando o corpo que não sente o toque
Inebriado se perde arde e se deita na lama.
Estradas cortam enfadonhos campos
Barrancos sombras e escadas
Escorrem pelas comédias
Carros sombras e postes
Escondidos entre cofres
Bancos chaves e bolsas
Escapam pelas tragédias
Por todos os buracos do crânio
Por sobre pontes na mesa dos sonhos
Destampando rolhas das garrafas
Desenrolando as fronhas da cama
Bebendo vinho e cicuta sobre as tumbas
Embriagando o corpo que não sente o toque
Inebriado se perde arde e se deita na lama.
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